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terça-feira, 19 de maio de 2015
Curso Online: Registro e Notificação de Cosméticos e Saneantes
Curso Online: Registro e Notificação de Cosméticos e Saneantes têm como
objetivo mostra o passo a passo para notificação e registro de
cosméticos e saneantes. Este Curso é uma extraordinária oportunidade
para que os profissionais atuantes na área regulatória possam se
atualizar, conhecer em detalhes técnicos da área e os procedimentos
administrativos para submissão de dossiês de registro de produtos e
possam também, ter acesso a dicas e recursos para otimização do tempo no
desempenho de suas funções, e também para quem está ingressando nessa
área.
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sábado, 25 de abril de 2015
As melhores imagens capturadas pelo telescópio Hubble
No dia 24 de abril de 1990, há exatos 25 anos, o telescópio
espacial Hubble entrou em ação. Ele talvez seja o mais famoso de todos
esses telescópios, e não é por menos — nesse um quarto de século de vida ele
registrou algumas das mais importantes e conhecidas imagens da astronomia. Para comemorar seu aniversário, selecionamos algumas das
mais impressionantes fotos tiradas pelo Hubble. E, se isso não for o
suficiente, você pode conferir muito mais no site da NASA.
Na nebulosa
carina, um pilar de gás é banhado pela luz de estrelas gigantes e quentes.
Novas estrelas se formam dentro desse pilar.
A Barnard 33 também é conhecida como nebulosa Cabeça de Cavalo e fica na constelação de Orion.
A NGC 5584 é
uma galáxia espiral barrada. Entre as principais estrelas da galáxia estão
algumas pulsantes e uma supernova tipo Ia – uma classe especial de estrelas que
explodem.
A nebulosa
NGC 2074 fica em uma região próxima a uma nuvem molecular que funciona como incubadora de novas estrelas. Acredita-se que ela seja desse jeito devido a uma
explosão de supernova que aconteceu lá perto.
A nebulosa Carina é um dos lugares mais dinâmicos e
complexos na Via Láctea, e essa imagem espetacular foi feita a partir de uma
montagem com 32 imagens capturadas pelo Hubble. A radiação ultravioleta de
estrelas que habitam a nebulosa ajuda a formar esse cenário fantasioso dela.
A galáxia do sombreiro recebeu esse nome por motivos óbvios
– ela parece um chapéu sombreiro. Com um núcleo brilhante, ela tem um disco
achatado de material escuro que, com seu formato, dá o nome à galáxia.
A Nebulosa de Carina,aqui temos pilares de poeira dentro
dessa maternidade de estrelas – esses pilares são formados por poeira e
hidrogênio frio.
Uma das mais complexas nebulosas conhecidas, a Nebulosa do
Olho de Gato também foi uma das primeiras descobertas. Ela é formada por 11
anéis de gás.
Fonte:Gizmodo
terça-feira, 21 de abril de 2015
A beleza invisível dos oceanos
O curioso é que essas criaturas são invisíveis a olho nu. Mas quando as vemos pelo microscópio, fica claro que a beleza delas vai muito além do que você poderia imaginar.
Essas imagens foram liberadas pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA – sigla em inglês), uma organização que faz parte do Departamento de Comércio dos Estados Unidos. Da primeira vez que eu olhei para elas, achei que eram pinturas.
FONTE:sploid
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
Gás que pode ser sete mil vezes mais nocivo do que o CO2
FOTO:Imperial
O perfluorotributilamina (PFTBA), um composto sintético com
27 átomos de flúor, 12 átomos de carbono e nitrogênio. Este gás tem o potencial
de ser mais prejudicial na questão do aumento do efeito estufa e das mudanças
climáticas.
O PFTBA pertence a uma classe de compostos fabricados por
mais de 50 anos pela indústria de eletrônicos. Os climatologistas ainda não
sabem muito sobre ele, mas sempre desconfiaram de seus efeitos sobre o
aquecimento global. E, agora, um estudo publicado na revista Geophysical
Research Letters pode ter confirmado suas preocupações.
O estudo foi conduzido por cientistas da Universidade de
Toronto, que descobriram que o composto pode permanecer na atmosfera e
'prender' calor na Terra por mais de 500 anos. Isso significa que uma única
molécula de PFTBA tem o impacto climático equivalente a mais de 7 mil moléculas
de dióxido de carbono, o famoso CO2.Mesmo assim, vale ressaltar: a concentração
do composto na atmosfera é baixa: 0,18 por partes de trilhão, na área de
Toronto, onde o estudo foi feito.
Fonte:Galileu
domingo, 16 de novembro de 2014
Pesquisadores brasileiros descobrem que Minas Gerais já teve um mar
Uma equipe de geólogos e paleontólogos da Universidade de
São Paulo (USP) e da Universidade Estadual Paulista (Unesp), ambas do Brasil,
encontrou evidências de que Minas Gerais já teve um mar.As evidências foram
encontradas em pedreiras nos arredores do município de Januária, no norte de
Minas. Ali, os pesquisadores descobriram um tipo de fóssil especial: fragmentos
de animais marinhos do gênero Cloudina, animais pequenos e extintos
que viveram do período Ediacariano ao Cambriano na Terra.Os fósseis são uma
prova quase irrefutável de que, no passado, um braço de mar raso, com no máximo
10 metros de profundidade, cortava a região.
Mas quanto tempo é “no passado”?
Muito tempo. Há cerca de 550 milhões de anos.
Nessa época, os continentes tinham uma configuração muito
diferente. A América do Sul, a África e a Antártida eram unidas em um bloco que
formava o megacontinente de Gondwana. Os cientistas creem que o braço de mar
tenha derivado de um antigo oceano batizado de Clymene, que separava o Gondwana
da atual Amazônia.
A área onde o fóssil foi encontrado faz parte do chamado
Grupo Bambuí, formação sedimentária da bacia do rio São Francisco, que se
estende por cerca de 300 mil quilômetros e abrange também os estados da Bahia,
Goiás, Tocantins e o Distrito Federal, de forma que o mar devia passar por
todas essas regiões.
“Até agora ninguém havia seguramente encontrado fósseis de
animais no Grupo Bambuí”, afirma Lucas Warren, professor do Instituto de
Geociências e Ciências Exatas da Unesp, mas que fazia pós-doutorado na USP
quando a descoberta foi feita, no ano passado. “Além das cloudinas, também
achamos ao menos três fragmentos atribuídos ao gênero Corumbella e
rastros em rocha deixados provavelmente por um animal de corpo mole”.
FONTES: [Galileu, FAPESP]
FONTES: [Galileu, FAPESP]
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Carro movido a água salgada
Esse veículo incrível, desenvolvido pela empresa nanoFlowCell, acaba de receber autorização para circular pelas estradas europeias.
A bateria
O Quant é, essencialmente, um carro elétrico, só que nada convencional. Ele não funciona exatamente com água do mar, mas sim com uma tecnologia que usa princípios estudados pela Nasa em 1976 e é baseada em nanocélulas e reações químicas em duas soluções eletrolíticas.
O veículo possui uma bateria de fluxo, com uma mistura química de lítio-enxofre em uma rede de nanopartículas. Essa rede permite que a eletricidade flua através do líquido, e portanto que mais energia seja extraída dele. O resultado, além de emissão zero, é mais autonomia que os atuais carros elétricos. Segundo a nanoFlowCell, o Quant pode rodar 600 km com uma recarga.Ao contrário das baterias químicas tradicionais, para recarregar essa bateria de fluxo, você só precisa repor o eletrólito, que neste caso é água salgada. O reabastecimento deve ser um processo rápido e fácil, semelhante a abastecer um carro convencional com gasolina.A eletricidade da bateria de fluxo é armazenada em um par de enormes capacitores, que os motores elétricos, em seguida, usam para transformá-la em velocidade.
Fonte:Estadão
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