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sexta-feira, 12 de julho de 2013

A nova partícula subatômica pode quebrar regras da física

Enquanto faziam experimentos com partículas subatômicas Y(4260), duas equipes de físicos (uma no Japão e outra na China) encontraram uma possível nova partícula, nomeada Z(3900).
Em nível sub-atômico, existem seis tipos de partículas chamadas quarks, que servem como “blocos de construção” para boa parte da matéria que conhecemos (como elétrons e nêutrons), e que são mantidas juntas graças a partículas chamadas glúons, que geram forças de atração.
Até hoje, só haviam sido detectadas partículas formadas por três quarks ou menos – as próprias Y(4260), por exemplo, seriam formadas por dois (embora isso ainda não tenha sido experimentalmente comprovado). Já as partículas Z(3900), ao contrário de tudo o que já foi visto, são teoricamente formadas por quatro quarks.
Ainda falta confirmar, porém, a natureza dessas partículas (se existem de fato, ou se os aparelhos identificaram pares de partículas formadas por dois quarks, e não partículas formadas por quatro). Assim, existe a chance de estarmos diante de um tipo muito especial de matéria.
fonte:[Gizmodo, Wired, Physics]

domingo, 31 de julho de 2011

Como ocorre o raio?



Um raio ocorre quando se separam as cargas elétricas dentro de uma nuvem do tipo cúmulo-nimbo. Essa separação ocorre principalmente pelo choque entre granizo e partículas de gelo no interior da nuvem. Quando a diferença de cargas é muito grande, uma carga elétrica negativa chamada condutor, fraca e invisível, deixa a nuvem e ziguezagueia para baixo, parando entre 30 e 50 metros de altitude. Devido à intensidade do campo elétrico formado, as cargas positivas do solo que estiverem mais próximas do raio condutor saltam até encontrá-lo, fechando assim o circuito elétrico entre a nuvem e o solo. Por ele, a descarga elétrica se desloca para a base da tempestade; como tudo isso ocorre em milésimos de segundos, tem-se a impressão de que o raio cai, quando na verdade ele sobe