domingo, 24 de maio de 2015
Curso Online de Papel e Celulose
Descrição
O Curso de Papel e Celulose tem como objetivo iniciar os alunos nessa profissão, explicando sobre os conceitos básicos de produção do papel, responsabilidades dos profissionais dessa área, entre outros conteúdos introdutórios.
Link do Curso:Papel e Celulose
Curso Online de Cosmetologia
Descrição
O objetivo desse curso é ensinar sobre os tipos de cosméticos,
os produtos ecológicos e as terapias relacionadas a Cosmetologia.
Link do Curso:Cosmetologia
terça-feira, 19 de maio de 2015
Curso Online: Registro e Notificação de Cosméticos e Saneantes
Curso Online: Registro e Notificação de Cosméticos e Saneantes têm como
objetivo mostra o passo a passo para notificação e registro de
cosméticos e saneantes. Este Curso é uma extraordinária oportunidade
para que os profissionais atuantes na área regulatória possam se
atualizar, conhecer em detalhes técnicos da área e os procedimentos
administrativos para submissão de dossiês de registro de produtos e
possam também, ter acesso a dicas e recursos para otimização do tempo no
desempenho de suas funções, e também para quem está ingressando nessa
área.
link do Curso: Registro e Notificação de Cosméticos e Saneantes
link do Curso: Registro e Notificação de Cosméticos e Saneantes
sábado, 25 de abril de 2015
As melhores imagens capturadas pelo telescópio Hubble
No dia 24 de abril de 1990, há exatos 25 anos, o telescópio
espacial Hubble entrou em ação. Ele talvez seja o mais famoso de todos
esses telescópios, e não é por menos — nesse um quarto de século de vida ele
registrou algumas das mais importantes e conhecidas imagens da astronomia. Para comemorar seu aniversário, selecionamos algumas das
mais impressionantes fotos tiradas pelo Hubble. E, se isso não for o
suficiente, você pode conferir muito mais no site da NASA.
Na nebulosa
carina, um pilar de gás é banhado pela luz de estrelas gigantes e quentes.
Novas estrelas se formam dentro desse pilar.
A Barnard 33 também é conhecida como nebulosa Cabeça de Cavalo e fica na constelação de Orion.
A NGC 5584 é
uma galáxia espiral barrada. Entre as principais estrelas da galáxia estão
algumas pulsantes e uma supernova tipo Ia – uma classe especial de estrelas que
explodem.
A nebulosa
NGC 2074 fica em uma região próxima a uma nuvem molecular que funciona como incubadora de novas estrelas. Acredita-se que ela seja desse jeito devido a uma
explosão de supernova que aconteceu lá perto.
A nebulosa Carina é um dos lugares mais dinâmicos e
complexos na Via Láctea, e essa imagem espetacular foi feita a partir de uma
montagem com 32 imagens capturadas pelo Hubble. A radiação ultravioleta de
estrelas que habitam a nebulosa ajuda a formar esse cenário fantasioso dela.
A galáxia do sombreiro recebeu esse nome por motivos óbvios
– ela parece um chapéu sombreiro. Com um núcleo brilhante, ela tem um disco
achatado de material escuro que, com seu formato, dá o nome à galáxia.
A Nebulosa de Carina,aqui temos pilares de poeira dentro
dessa maternidade de estrelas – esses pilares são formados por poeira e
hidrogênio frio.
Uma das mais complexas nebulosas conhecidas, a Nebulosa do
Olho de Gato também foi uma das primeiras descobertas. Ela é formada por 11
anéis de gás.
Fonte:Gizmodo
terça-feira, 21 de abril de 2015
A beleza invisível dos oceanos
O curioso é que essas criaturas são invisíveis a olho nu. Mas quando as vemos pelo microscópio, fica claro que a beleza delas vai muito além do que você poderia imaginar.
Essas imagens foram liberadas pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA – sigla em inglês), uma organização que faz parte do Departamento de Comércio dos Estados Unidos. Da primeira vez que eu olhei para elas, achei que eram pinturas.
FONTE:sploid
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
Gás que pode ser sete mil vezes mais nocivo do que o CO2
FOTO:Imperial
O perfluorotributilamina (PFTBA), um composto sintético com
27 átomos de flúor, 12 átomos de carbono e nitrogênio. Este gás tem o potencial
de ser mais prejudicial na questão do aumento do efeito estufa e das mudanças
climáticas.
O PFTBA pertence a uma classe de compostos fabricados por
mais de 50 anos pela indústria de eletrônicos. Os climatologistas ainda não
sabem muito sobre ele, mas sempre desconfiaram de seus efeitos sobre o
aquecimento global. E, agora, um estudo publicado na revista Geophysical
Research Letters pode ter confirmado suas preocupações.
O estudo foi conduzido por cientistas da Universidade de
Toronto, que descobriram que o composto pode permanecer na atmosfera e
'prender' calor na Terra por mais de 500 anos. Isso significa que uma única
molécula de PFTBA tem o impacto climático equivalente a mais de 7 mil moléculas
de dióxido de carbono, o famoso CO2.Mesmo assim, vale ressaltar: a concentração
do composto na atmosfera é baixa: 0,18 por partes de trilhão, na área de
Toronto, onde o estudo foi feito.
Fonte:Galileu
domingo, 16 de novembro de 2014
Pesquisadores brasileiros descobrem que Minas Gerais já teve um mar
Uma equipe de geólogos e paleontólogos da Universidade de
São Paulo (USP) e da Universidade Estadual Paulista (Unesp), ambas do Brasil,
encontrou evidências de que Minas Gerais já teve um mar.As evidências foram
encontradas em pedreiras nos arredores do município de Januária, no norte de
Minas. Ali, os pesquisadores descobriram um tipo de fóssil especial: fragmentos
de animais marinhos do gênero Cloudina, animais pequenos e extintos
que viveram do período Ediacariano ao Cambriano na Terra.Os fósseis são uma
prova quase irrefutável de que, no passado, um braço de mar raso, com no máximo
10 metros de profundidade, cortava a região.
Mas quanto tempo é “no passado”?
Muito tempo. Há cerca de 550 milhões de anos.
Nessa época, os continentes tinham uma configuração muito
diferente. A América do Sul, a África e a Antártida eram unidas em um bloco que
formava o megacontinente de Gondwana. Os cientistas creem que o braço de mar
tenha derivado de um antigo oceano batizado de Clymene, que separava o Gondwana
da atual Amazônia.
A área onde o fóssil foi encontrado faz parte do chamado
Grupo Bambuí, formação sedimentária da bacia do rio São Francisco, que se
estende por cerca de 300 mil quilômetros e abrange também os estados da Bahia,
Goiás, Tocantins e o Distrito Federal, de forma que o mar devia passar por
todas essas regiões.
“Até agora ninguém havia seguramente encontrado fósseis de
animais no Grupo Bambuí”, afirma Lucas Warren, professor do Instituto de
Geociências e Ciências Exatas da Unesp, mas que fazia pós-doutorado na USP
quando a descoberta foi feita, no ano passado. “Além das cloudinas, também
achamos ao menos três fragmentos atribuídos ao gênero Corumbella e
rastros em rocha deixados provavelmente por um animal de corpo mole”.
FONTES: [Galileu, FAPESP]
FONTES: [Galileu, FAPESP]
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Carro movido a água salgada
Esse veículo incrível, desenvolvido pela empresa nanoFlowCell, acaba de receber autorização para circular pelas estradas europeias.
A bateria
O Quant é, essencialmente, um carro elétrico, só que nada convencional. Ele não funciona exatamente com água do mar, mas sim com uma tecnologia que usa princípios estudados pela Nasa em 1976 e é baseada em nanocélulas e reações químicas em duas soluções eletrolíticas.
O veículo possui uma bateria de fluxo, com uma mistura química de lítio-enxofre em uma rede de nanopartículas. Essa rede permite que a eletricidade flua através do líquido, e portanto que mais energia seja extraída dele. O resultado, além de emissão zero, é mais autonomia que os atuais carros elétricos. Segundo a nanoFlowCell, o Quant pode rodar 600 km com uma recarga.Ao contrário das baterias químicas tradicionais, para recarregar essa bateria de fluxo, você só precisa repor o eletrólito, que neste caso é água salgada. O reabastecimento deve ser um processo rápido e fácil, semelhante a abastecer um carro convencional com gasolina.A eletricidade da bateria de fluxo é armazenada em um par de enormes capacitores, que os motores elétricos, em seguida, usam para transformá-la em velocidade.
Fonte:Estadão
sábado, 17 de maio de 2014
terça-feira, 29 de abril de 2014
A extinção dos dinossauros pode ter sido causada por matéria escura?
Dois físicos de Harvard finalizaram um estudo que propõe a existência de um disco fino de matéria escura escondido dentro das galáxias, ou muito perto delas, e que poderia ser responsável por algumas da extinções em massa da Terra, inclusive a dos dinossauros.O modelo investigado se baseia numa forma hipotética de matéria escura, descrita pelos autores e seus colaboradores no ano passado, como meio para resolver outro enigma cósmico independente.
A existência de um disco escuro poderia ser provado em breve pelas observações astronômicas, segundo aponta o artigo publicado na ‘Nature‘.Supõe-se que este disco de matéria escura esteja no meio da Via Láctea em todo o seu comprimento. O Sistema solar gira ao redor do centro da galáxia e enquanto o faz ele se move para cima e para baixo, num ciclo que dura aproximadamente 70 milhões de anos.
Isto significa que o sistema solar poderia atravessar este disco de matéria escura a cada 35 milhões de anos, o que coincide com o ciclo dos impactos de cometas sobre a Terra.A evidência de um ciclo de 35 milhões de anos também foi detectada através de um estudo de crateras de impacto existentes no planeta. Mais especificamente, aquelas com mais de 20 quilômetros de largura e criadas nos últimos 250 milhões de anos. Em comparação com os bombardeios aleatórios de cometas, o modelo estudado possui um cociente de probabilidade de 3, o que significa que a datação das crateras possuem uma coincidência três vezes maior à de uma taxa aleatória.Apesar deste trabalho ter uma base ‘especulativa’ (ainda está para ser confirmado o padrão da frequência dos impactos de cometas, bem como a própria existência do disco de matéria escura), os autores asseguram que o exercício é valioso.
A existência de um disco escuro poderia ser provado em breve pelas observações astronômicas, segundo aponta o artigo publicado na ‘Nature‘.Supõe-se que este disco de matéria escura esteja no meio da Via Láctea em todo o seu comprimento. O Sistema solar gira ao redor do centro da galáxia e enquanto o faz ele se move para cima e para baixo, num ciclo que dura aproximadamente 70 milhões de anos.
Isto significa que o sistema solar poderia atravessar este disco de matéria escura a cada 35 milhões de anos, o que coincide com o ciclo dos impactos de cometas sobre a Terra.A evidência de um ciclo de 35 milhões de anos também foi detectada através de um estudo de crateras de impacto existentes no planeta. Mais especificamente, aquelas com mais de 20 quilômetros de largura e criadas nos últimos 250 milhões de anos. Em comparação com os bombardeios aleatórios de cometas, o modelo estudado possui um cociente de probabilidade de 3, o que significa que a datação das crateras possuem uma coincidência três vezes maior à de uma taxa aleatória.Apesar deste trabalho ter uma base ‘especulativa’ (ainda está para ser confirmado o padrão da frequência dos impactos de cometas, bem como a própria existência do disco de matéria escura), os autores asseguram que o exercício é valioso.
Fonte: nature
sábado, 31 de agosto de 2013
Por que as estrelas piscam?
Observadas a partir da Terra, as estrelas aparentemente piscam,pois isso não passa de uma ilusão de óptica, já que, na verdade, a luz que emitem é constante. O que estaria por trás desse fenômeno? Há pelo menos duas explicações possíveis.
A primeira estaria na atmosfera terrestre: quando atravessada pela luz das estrelas, provoca interferência, já que é densa e instável e sua temperatura varia conforme a camada. É como observar um objeto no fundo de uma piscina: a luz é desviada pela água antes de chegar aos nossos olhos, fazendo com que o objeto esteja aparentemente em movimento.
A primeira estaria na atmosfera terrestre: quando atravessada pela luz das estrelas, provoca interferência, já que é densa e instável e sua temperatura varia conforme a camada. É como observar um objeto no fundo de uma piscina: a luz é desviada pela água antes de chegar aos nossos olhos, fazendo com que o objeto esteja aparentemente em movimento.
Se fosse este o caso, por que a lua e planetas do nosso sistema solar também não “piscam”, já que sua luz (refletida do sol) também atravessa a atmosfera terrestre? De acordo com o astrônomo Phil Plait, do blog Bad Astronomy, esses corpos celestes estão muito mais próximos de nós do que a maioria das estrelas, o que os faz parecer maiores e torna o desvio da luz praticamente imperceptível.
A segunda teoria é a de que a chamada “nuvem de Oort” (supostamente localizada a cerca de 1 ano-luz do sol, nos limites do nosso sistema solar) seja responsável por causar esse desvio na luz das estrelas. Como outros planetas estão dentro dela, a luz que refletem não precisa atravessá-la antes de chegar à Terra.
Independentemente da causa, astrônomos precisam driblar o fenômeno, e fazem isso de duas maneiras: usando telescópios equipados com lentes especiais, que compensam os desvios causados pela atmosfera, ou telescópios espaciais que orbitam fora da Terra.
Curiosamente, essa questão do “piscar” das estrelas chegou a ser tema de um livro, publicado em 1969 pelo ex-astrônomo Walt Cunningham, com o título “Importance of Observation that Stars Don’t Twinkle Outside the Earth’s Atmosphere” (“Importância da Observação de que Estrelas não Piscam fora da Atmosfera Terrestre”).
fonte:scienceblogs
sexta-feira, 12 de julho de 2013
Série: A Saga do Prêmio Nobel
Episódio da série A Saga do Prêmio Nobel, que narra as descobertas científicas que mudaram a visão do mundo no século 20 e apresenta alguns dos nomes premiados com o Nobel.
A nova partícula subatômica pode quebrar regras da física
Enquanto faziam experimentos com partículas subatômicas Y(4260), duas equipes de físicos (uma no Japão e outra na China) encontraram uma possível nova partícula, nomeada Z(3900).
Em nível sub-atômico, existem seis tipos de partículas chamadas quarks, que servem como “blocos de construção” para boa parte da matéria que conhecemos (como elétrons e nêutrons), e que são mantidas juntas graças a partículas chamadas glúons, que geram forças de atração.
Até hoje, só haviam sido detectadas partículas formadas por três quarks ou menos – as próprias Y(4260), por exemplo, seriam formadas por dois (embora isso ainda não tenha sido experimentalmente comprovado). Já as partículas Z(3900), ao contrário de tudo o que já foi visto, são teoricamente formadas por quatro quarks.
Ainda falta confirmar, porém, a natureza dessas partículas (se existem de fato, ou se os aparelhos identificaram pares de partículas formadas por dois quarks, e não partículas formadas por quatro). Assim, existe a chance de estarmos diante de um tipo muito especial de matéria.
sábado, 11 de fevereiro de 2012
A milagrosa invenção da NASA que pode salvar milhões de vidas
Como vocês sabem, não existem hospitais no espaço. O mais próximo é na Terra, e os astronautas não podem simplesmente pular para cá. Então o que acontece quando o sol libera uma radiação massiva enquanto um astronauta está no espaço?
A biocápsula da NASA – feita de nanotubos de carbono – vai poder diagnosticar e imediatamente tratar um astronauta mesmo que ele nem imagine ter um problema. Isso representa uma das maiores novidades na história da medicina, e vai funcionar na Terra também.
David Loftus é o homem que inventou a biocápsula e ganhou a patente do invento. Imagine isso: um astronauta está indo para Marte. A viagem de ida e volta vai levar de dois a três anos. Durante esse tempo, ele não terá acesso a um médico, e muito pode acontecer ao corpo humano no espaço.
Então, antes de embarcar, o astronauta recebe alguns implantes das biocápsulas da NASA. Uma pequena incisão é feita na pele, o que exige uma pequena cirurgia, com anestesia local e um ou dois pontos para fechar o corte. Após isso, ele está pronto para lidar com uma série de possíveis problemas – por conta própria.
Um dos principais problemas no espaço é a exposição a altos níveis de radiação. Os astronautas podem ser expostos aos “eventos de partículas solares”, que são liberações de intensa radiação do sol, e que podem danificar os ossos e destruir o sistema imunológico. Aí entra a cápsula: suas células percebem a radiação e imediatamente liberam medicinas para compensar o corpo.
Cada cápsula não funciona apenas uma vez. Elas podem liberar pequenas doses durante vários anos. Elas também são muito resistentes, e aparentemente não existe nenhuma enzima que possa quebrar suas nanoestruturas. Os poros permitem que os medicamentos passem pelas suas paredes, e quando ela se esvazia, a cápsula permanece no corpo, até que um médico a retire na Terra.
Enquanto o tratamento dos efeitos da radiação é o principal alvo da biocápsula da NASA, outras serão criadas para combater diferentes ameaças. Calor, exaustão e problemas de sono também são casos sérios em astronautas.
Utilidade terrestre
Em nosso planeta, o alvo número um é a diabetes – especificamente em pessoas que precisam de insulina. Com as cápsulas, pacientes com diabetes nunca mais precisariam tomar uma dose. Eles não precisariam nem se preocupar em checar os níveis sanguíneos.
Muitos diabéticos morrem durante o sono ou coma porque ficam muito tempo sem poder checar o sangue. As cápsulas iriam funcionar automaticamente, as pessoas estando acordadas ou não.
A segunda aplicação terrestre seria no tratamento do câncer (especialmente o de cérebro). Uma biocápsula implantada diretamente no tumor poderia liberar altas doses de quimioterapia diretamente na área necessitada – e isso reduziria muitos os efeitos colaterais em outras regiões do corpo.
Existem também aplicações na terapia genética. Algumas crianças nascem sem um gene, ou com um defeituoso. Como resultado, elas deixam de fabricar uma proteína. A biocápsula pode ser desenhada para implantar células que fabricam essa proteína. Ideias assim também poderiam ser usadas em pessoas que sofrem de alergias e podem entrar em choque anafilático.
Com todas essas aplicações (e existem mais), não é muito dizer que a biocápsula da NASA pode mudar a cara da medicina para sempre. Elas são baratas e extremamente simples de serem criadas. Os cientistas planejam começar testes com animais nesse ano e no próximo, para então passar para os humanos.Fonte:http://gizmodo.com/
sábado, 13 de agosto de 2011
Diamante a parti do CO2 ?
Muitos especialistas diziam há anos que fazer diamantes a partir do dióxido de carbono era impossível. Mas o pesquisador Daren Swanson, da Universidade de Queens, no Reino Unido, não se convenceu, e prosseguiu com suas explosões geradoras de pressão até finalmente ter sucesso.
Depois de três anos de pesquisa, ele provou que o CO2 pode realmente ser usado para produzir minúsculos diamantes industriais - eles não são grandes o suficiente para se transformarem em uma joia, mas são muito bem pagos para utilização em inúmeras aplicações industriais.
Detonação a frio
Chamada de "Detonação Física a Frio" - ou CDP (Cold Detonation Physics) -, a técnica consiste em misturar gelo seco, que é essencialmente CO2 congelado, com outros ingredientes para fazer um explosivo. Esta mistura, a -78,5 ° C, é comprimida dentro de um tubo de aço muito grosso e então detonada.
A explosão gera uma altíssima pressão, que dura apenas uma fração de segundo, mas suficiente para cristalizar o carbono do CO2 na forma de diamante. A fina poeira de diamante produzida - os cientistas os chamam de nanodiamantes - tem aplicações que vão desde o revestimento de ferramentas, discos de corte e peças para polimento, até o transporte de drogas quimioterápicas no interior do corpo humano.
Diamantes sintéticos
Segundo os pesquisadores, a produção de diamantes a partir do CO2 pode se tornar a técnica mais barata para a fabricação de diamantes sintéticos - certamente o mais ambientalmente amigável, uma vez que ela literalmente detona o CO2. Um subproduto interessante da pesquisa é o próprio explosivo, que poderá ser usado em mineração - o explosivo é menos ambientalmente danoso do que a dinamite.
sábado, 6 de agosto de 2011
Como funcionam os fogos de artifícios?
Espetáculo da química
Os fogos de artifício são, basicamente, um dispositivo que fica envolvido em um cartucho de papel (em geral, em forma de cilindro). Na parte inferior do cartucho fica o propelente - a carga explosiva que leva os fogos para o alto. Na parte superior fica a 'bomba', com pequenos pacotinhos de sais responsáveis pelas diferentes cores e efeitos que surgem nas explosões. Há dois pavios, um para o propelente, que queima mais rápido, e outro para a bomba, que é mais demorado para que exploda somente no céu. O propelente mais utilizado é a pólvora negra, uma mistura de nitrato de potássio (KNO3), enxofre e carvão. Esse tipo de pólvora foi descoberto pelos chineses há mais de 2.200 anos e era usado para espantar maus espíritos através de seu barulho e brilho. Outro propelente comum é o altamente explosivo perclorato de potássio (KCLO4), que é misturado com a pólvora.
A disposição dos pacotes de sais na bomba causa os diferentes desenhos que se formam na hora da explosão. Já para conseguir as cores variadas, as bombas são compostas por elementos químicos específicos (veja tabela). Na hora em que a pólvora explode, a energia produzida excita os elétrons dos átomos desses elementos. Em outras palavras, os elétrons 'saltam' de níveis de menor energia (mais próximos do núcleo) para níveis de maior energia (mais distantes). Quando retornam aos níveis de menor energia, liberam a energia que absorveram em forma de luz colorida.
| As cores do show | |
| Um elemento químico diferente é responsável por cada coloração dos fogos de artifício: | |
| Amarelo | Sódio (Na) |
| Azul-esverdeado | Cobre (Cu) |
| Branco-metálico | Magnésio (Mg) |
| Vermelho | Cálcio (Ca) |
| Vermelho-carmim | Estrôncio (Sr) |
| Verde | Bário (Ba) |
| Violeta | Potássio (K) |
Fonte: Agnaldo Arroio, doutor em físico-química pelo IQSC-USP, Instituto de Química de São Carlos-USP
cientistas transformam ácidos em bases
Químicos conseguiram realizar em laboratório um feito que até agora era considerado impossível: eles transformaram em bases uma família de compostos que normalmente são ácidos.
Como todos podem se lembrar de suas aulas de química, ácidos são o oposto químico das bases.
Ácidos viram bases
Mas o Dr. Guy Bertrand e seus colegas da Universidade de Riverside, nos Estados Unidos, fizeram ácidos virarem bases.
"O resultado é totalmente contra-intuitivo," comentou o Dr. Bertrand. "Quando eu apresentei recentemente os resultados preliminares desta pesquisa em uma conferência, o público estava incrédulo, dizendo que era algo simplesmente inatingível.
"Mas nós conseguimos: nós transformamos compostos de boro em compostos similares ao nitrogênio. Em outras palavras, nós fizemos ácidos se comportarem como bases".
Compostos do elemento boro são ácidos, enquanto compostos de nitrogênio ou fósforo, por exemplo, são básicos.
O feito abre caminho para uma série totalmente nova de reações químicas, com aplicações potenciais na indústria farmacêutica e de biotecnologia, na fabricação de novos materiais e novos catalisadores, apenas para citar alguns exemplos.
"É quase como transformar um átomo em outro átomo," diz Bertrand.
Catalisadores
O pesquisador é especialista em catalisadores, um catalisador é uma substância - geralmente um metal, ao qual se ligam íons ou compostos - que permite ou facilita uma reação química, mas não é consumida e nem alterada pela reação em si.
Embora apenas cerca de 30 metais sejam usados para formar os catalisadores, os íons ou moléculas de ligação, chamados ligantes, podem ser contados aos milhões, permitindo a criação de numerosos catalisadores.
Atualmente, a maioria desses ligantes compõe de materiais à base de nitrogênio ou fósforo.
"O problema com o uso dos catalisadores à base de fósforo é que o fósforo é tóxico e pode contaminar os produtos finais", disse Bertrand. "Nosso trabalho mostra que agora é possível substituir ligantes de fósforo em catalisadores por ligantes de boro. E o boro não é tóxico," explica o pesquisador.
Revolução na catálise
A pesquisa que permitiu a transformação de ácidos em bases foi possível modificando-se o número de elétrons no boro, sem alterar seu núcleo atômico.
"As pesquisas com catálise têm avançado em pequenos passos incrementais desde a primeira reação catalítica, feita em 1902 na França. Nosso trabalho é um salto quântico na pesquisa de catálise porque uma vasta família de novos catalisadores agora passa a estar disponível.
"Quais tipos de reações esses novos catalisadores à base de boro são capazes de facilitar é algo que ainda não se sabe. O que se sabe é que eles são potencialmente numerosos," conclui Bertrand.
fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br
fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br
Humor Químico
As últimas palavras de um químico
1 - João, você pode me ajudar? João? Joãoooo
2 - Oh não! Bécker errado!
3 – nossa que cheiro estranho!
4 - e agora o teste do paladar...
5 - porque isto está ficando quente?
6 - por favor!! mantenha este tubo loooongeeee.
7 - e... mais um pouquinho disso...
8 - Porque não há nenhum rótulo neste frasco?
9 - Em qual destas garrafas está a minha água mineral?
10 - Porque esta coisa está queimando com uma chama verde?
11 - Acho que derramei alguma coisa!
12 - Vou colocar mais um pouco
13 - Tá tudo bem, eu sei o que estou fazendo!
14 - Que vela engraçada! O que significa TNT?
15 - Eu sempre fiz isso e nunca aconteceu nada…
16 - Primeiro o ácido... depois a água...
17 – Este é um experimento completamente seguro.
18 – O alarme de incêndio só está sendo testado.
19 – Agora já posso tirar o vidro de proteção.
20 – Devo mater isso a temperatura constante de 24 oC... 25, 26, 27, 28....
domingo, 31 de julho de 2011
Como ocorre o raio?
Um raio ocorre quando se separam as cargas elétricas dentro de uma nuvem do tipo cúmulo-nimbo. Essa separação ocorre principalmente pelo choque entre granizo e partículas de gelo no interior da nuvem. Quando a diferença de cargas é muito grande, uma carga elétrica negativa chamada condutor, fraca e invisível, deixa a nuvem e ziguezagueia para baixo, parando entre 30 e 50 metros de altitude. Devido à intensidade do campo elétrico formado, as cargas positivas do solo que estiverem mais próximas do raio condutor saltam até encontrá-lo, fechando assim o circuito elétrico entre a nuvem e o solo. Por ele, a descarga elétrica se desloca para a base da tempestade; como tudo isso ocorre em milésimos de segundos, tem-se a impressão de que o raio cai, quando na verdade ele sobe
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